Espelhos

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Em teus olhos me vejo
Minha alma eu sinto
Nos teus espelhos me revejo
Paz, amor e carinho

Por mais que escrevesse sobre tuas belezas
Meu toque de seda na tua boca
Minha avareza de palavras
Não quero que saia tão atitude oca

Nada faz sentido
Nem talvez tenha que fazer
Afinal como podem os homens ter o amor compreendido?
Quando nem às evidências se conseguem render

Os beijos que nunca te dei
Sentimentos efémeros que guardei
Bravura épica que nunca demonstrei
Paixão duradoura que jamais esquecerei

Outrora havia meras fúteis melancolias
Que por certo desconhecias
Sorrisos espalham-se por entre verdades
Soltam-se os espiritos, soltam-se liberdades

Mais puro silêncio caiu
Tudo fluiu
Estranha serenidade se descobriu
E o silêncio surgiu

 

 

Autor:

Aprendiz de Escritor.

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